38. Um Projeto de Família.

Já há alguns dias em que estamos preparando um novo blog.
Essas novidades já tão velhas da internet ainda assustam alguns ou causam estranhes a outros.
Este meu blog já está a pouco mais de seis meses no ar, com um objetivo bem simples: apresentar idéias, levantar questões.

Meus pais começaram a ver esse crescimento de meu blog e acharam a idéia interessante, uma forma de divulgar o evangelho e propagar o amor de Deus. Os dois, juntos, têm trabalhando junto às Equipes de Nossa Senhora e outros movimentos e pastorais da Igreja, principalmente com casais e famílias.
Assim, decidimos que seria uma boa difundir esse trabalho também aqui na internet.

Criamos o blog Harmonia Conjugal
http://harmoniaconjugal.blogspot.com/
Ainda está começando, mas lá trataremos preferencialmente do tema FAMÍLIA e Casamento, MATRIMÔNIO.

Acompanhem.

33. Morto e enterrado!

Pushing Daisies.

Pra quem gosta de séries de TV, ter a preferida não é dificil.
Eu mesmo estou viciado em LOST. Quem estava acompanhando a 4o. Temporada, agora tem um longo período de espera, onde a nova temporada com 16 capítulos só retornará em fevereiro de 2009. Mas, quem gosta, conforma-se com a espera.

Também, aqueles que são mais ligados à diversão e comédia, não têm como ficar sem “Friends”. Essa é imbatível. Foram 10 temporadas que marcaram.

Mas, eu e tantos outros que ficam na espera por LOST e seu final, gastamos energia em encontrar algo de bom na TV para passar o tempo.
Já descobri duas novidades nesse ano que agradaram ao público mais exigente: FRINGE e Pushing Daisies.

Uma não tem nada a ver com a outra, seguem estilos diferentes e têm públicos diversos. A primeira, Fringe é do criador de LOST, J.J. Abrams, e segue a mesma linha daquela mitologia e é bem ao estilo de Arquivo X – pra quem gosta de ação, mistérios e conspirações.
Estreia dia 26 de Agosto e promete revolucionar na forma narrativa e na estética. Mas, se vc procurar, consegue encontrar o episódio 1 (Piloto) que vazou a alguns dias. Sao 80min que, particularmente, me agradaram muito.

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Um Conto de Fadas moderno!

Já Pushing Daisies pode ser definida como “bunitinha” e fofinha!
Bastaria dizer que os dois personagens centrais se conheceram na infância, foram o primeiro amor e, depois de 20 anos se reencontram e, mesmo se amando, não podem se tocar. Isso mesmo, eles não podem tocar um no outro.
Tudo se passa ao redor da confeitaria de tortas do Ned, seu amigo investigador Emerson Cod e a revivida Charlotte “Chuck” Charles. Isso mesmo: ela estava morta e voltou a viver. Daí o nome da série que, em inglês é o equivalente a “comer grama pela raiz” ou “morto e enterrado”.
Passa na Warner toda quinta às 21:00h com diversas reprises, mas é original da ABC ou você pode achar na internet pra baixar (http://pushingdaisiesdownloads.blogspot.com/).

[link do promo da ABC, em inglês, do YouTube.]

32. Deus lhe pague.

Vasculhando a internet achamos um pouco de tudo. Bom mesmo é achar cultura, música. E fico pensando se ainda fazem músicas críticas e contestadoras como antigamente (no meu caso, qualquer coisa que tenha sido feita antes de eu nascer, é antigamente).

Achei um vídeo no YouTube com a Elis Regina interpretando “Deus lhe pague” do Chico Buarque. Vou abster-me de ser redundante e óbvio negando-me a dizer que a música é perfeita, a letra é intrigante e a Elis Regina é insubstituível.

Até outro dia mesmo eu fui ao Palácio das Artes (Belo Horizonte-MG, no dia 30/05) assistir Mônica Salmaso interpretando Chico Buarque. Fui com meus pais e um casal de amigos (o Felipe, que é músico, e a Sabryna). Foram executadas 12 ou 14 músicas do Chico e lá pelas tantas, a cantora parou pra dizer o quanto é difícil selecionar o que há de bom desse cara. TUDO é bom!

A Mônica Salmaso disse algo do tipo: Todos temos nossas 80 músicas preferidas do Chico Buarque.
É um bom desafio. Tente fazer uma lista com apenas 10 ou 12 melhores músicas dele. IMPOSSÍVEL!!!
Eu tentei. Só para conseguir pensar na minha preferida eu faço uma lista de 10 que poderiam ser a primeira da lista.

[vou colocar o link do vídeo de “Deus lhe pague” no final do artigo.]

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A banda de rock, O Rappa, já até regravou essa do Chico. E eles também têm boas músicas contestadoras. São ótimos na crítica social. Até um bom vídeo deles é da música “O Salto” (http://www.youtube.com/watch?v=HqYU_AC4AU0). Basta dizer que começa com o discurso de posse do Collor prometendo um Brasil novo – o que chega a ser hilário (sendo trágico), pra dizer o mínimo!

Boa mesmo é a inesquecível “Perfeição” da Legião Urbana, que começa com um sonoro “Vamos celebrar a estupidez humana”. O vídeo é também bastante simbólico: um campo florido, idílico, quase o paraíso para cantar as misérias humanas, numa contradição total (http://www.youtube.com/watch?v=jCm8HbyhOjQ). Ou então poderíamos enumerar outras do mesmo autor: “Faroeste Caboclo”; “Que país e esse?”; “Teatro dos Vampiros” etc…

A arte tem que nos ajudar a contestar!

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30. A luta da Senzala

As senzalas eram as casas dos escravos negros nas terras coloniais portuguesas, o que comumente chamamos hoje de Brasil. Estas “casas” eram, em alguns casos, os porões da Casa Grande – a casa do “Senhor do Engenho”, do patrão, do dono da fazenda, o escravisador.

Lá amontuavam-se às centenas, em condições sub-humanas e degradantes.

Mas, falar da desgraça daquela gente, não conta a história toda e pode ser injusto. É interessante contar a história de superação mais do que a história de vergonha do homem branco que foi (e em alguns casos ainda é) incapaz de reconhecer humanidade no outro.

Superações são milhares: percorreriamos a história de Zumbi à feijoada. Um que ganha status de heroi para nossa cultura e outro que passou a ser servido até para reis. Mesmo diante do improvável, aqueles homens e mulheres enchiam-se de força para acreditar na liberdade e sonhar com igualdade.

Neste contexto de opressão, surge uma luta de fato. Misturando-se das diversas artes de guerra corpo-a-corpo dos povos e tribus que vieram da África, adentra o século XX e é moldada pelas mãos de Vicente Joaquim Ferreira Pastinha e Manuel dos Reis Machado (Bimba), aclamados mestres e criadores da capoeira moderna.

Essa luta disfarsa-se de música, esconde-se na malícia e na vadiagem, uma quase arte quando dança, canta e bate palmas. Confundida com a religiosidade afro dos terreiros e levada às academias granfinas. Tudo isso para servir como arma de contestação e servir como ferramenta de aceitação e alegria de um povo.

Essa semana que passou, no dia 5 de junho, foi o aniversário do Amadeu Martins (Mestre Dunga). Outro que fez da capoeira em balet, voltando-a para as ruas de Belo Horizonte a mais de 40 anos. Curioso é como construiu a sua casa numa das favelas de lá. Sua casa é sua academia e por lá treinaram muitos mestres e professores dessa arte, a capoeiragem. Chama o lugar de Senzala, pra não esquecer sua origem: é um quase porão, pobre, mas que na poeira daquele lugar respiramos a tradição e a história de nossa cultura, cantada, dançada e jogada com os braços e pernas.

Quem quiser pode ir lá. A capoeira não discrimina, nem vê a cor da pele ou compara riquesas e pobresas. É uma forma de falar de gente e integrar pessoas, pois exige saber interagir pra prevalecer a beleza, mesmo quando se está lutando.

[ Menino, quem foi seu mestre? ]

29. Favor queimar estes livros.

Foi publicada uma matéria na Folha de São Paulo, do dia 17 de Maio de 2008, que conta da decisão do Ministério Público da Bahia de recolher o livro “Sim, Sim! Não, Não!” do Padre Jonas Abib, fundador da comunidade católica Canção Nova.

O motivo: contém críticas a práticas espíritas e de religiões afro-brasileiras.
Alguém poderia dizer que o Padre tenha sido um pouco duro em suas colocações. Eu mesmo nunca li o livro, mas acompanho o trabalho da CN a mais de 10 anos e tenho um amigo vivendo nela. O Padre Jonas não é um qualquer falando ou criticando algo que ele não conheça. Trata-se de um padre – com formação acadêmica séria: teologia e filosofia; um homem da mídia e notório pregador da fé cristã católica. Quando o vemos falar ou lemos o que escreve, percebemos um homem culto e bem fundamentado em seus argumentos. Tem o respaldo e o apoio de muitos bispos e o testemunho de um trabalho consagrado e reconhecidamente forte no Brasil e no mundo a mais de 30 anos.

Mas, mesmo que se tratasse da opinião de um qualquer, censurar um livro e proibir sua venda é ato, de um orgão público (do Estado), lícito num país que se diz democrático???

Lutamos décadas pela liberdade que temos hoje e a possibilidade de nos expressarmos como quisermos. Foram longos anos de ditadura e mordaça. Vencemos os medos. Se estamos num “país livre” (adoro essa expressão – acho que já não significa nada; foi esvaziada de significado pelos discursos estadunidenses, mas…), nada mais justo o debate, até no âmbito religioso.

Eu, como teólogo, tenho que defender o Padre Jonas Abib. Se não pudermos comparar o que cremos com o que está aí no “mercado religioso”, nosso trabalho será apenas andar em círculos e nos fecharmos dentro de nosso mundo cristianizado.

Aqueles que discordam do sr. Padre Jonas, escrevam seus livros. Debatam. Pensem.

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P.S.:
Os Srs. Promotores da Bahia não têm nada mais grave pra investigar?
Não é do nordeste que vêem as principais denúncias de prostituição infantil e turismo sexual no Brasil???
Acho que isso é mais importante que a opinião do Padre sobre Candomblé e tem mais a ver com o trabalho do Ministério Público.

[Copiei a idéia desse artigo do blog: Xô Censura.]

23. Maria – Presente de Jesus na cruz

[Para fechar o mês de Maio, segue uma pequena nota tira da internet. Para uma próxima postagem aqui neste blog, colocarei alguns links de textos sobre o tema mariológico.]

Porta-voz vaticano: Maria, presente de Jesus na cruz

Pe. Lombardi explica o sentido e o impacto da devoção a Nossa Senhora
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 26 de maio de 2008 (ZENIT.org).- O amor a Maria não é algo sentimental ou mitológico, mas o presente de Cristo na cruz, explicou o porta-voz do Vaticano.

O Pe. Federico Lombardi, S.J., diretor da Sala de Imprensa vaticana, analisou as últimas intervenções de Bento XVI neste mês de maio, desde o terço guiado em Santa Maria Maior no primeiro sábado, às visitas aos famosos santuários marianos de Savona e Gênova e a cerimônia conclusiva prevista na Praça de São Pedro.
No editorial do último número de «Octava Dies», semanal do Centro Televisivo Vaticano (CTV), do qual é também diretor, o sacerdote declarou que o amor a Maria não é «devoção sentimental ou, pior, mitológica».
«Trata-se de reencontrar na Mãe de Jesus a via mestra para voltar a situar a encarnação de Deus no centro de nossa vida e – como acrescentava o Papa Bento XVI – de nosso tempo e de nossas cidades.»
«Extraindo da contemplação da vida de Cristo, pode-se ‘irrigar’ a sociedade, a partir das relações cotidianas, e purificá-la de tantas forças negativas, abrindo-a à novidade de Deus», acrescenta.
Entre os gestos marianos do Papa neste mês, um dos mais representativos foi proclamar o dia 24 de maio como Jornada Mundial de Oração pela Igreja na China.

Neste dia se celebrava a memória de Maria ‘auxílio dos cristãos’, tão venerada naquele país, e em especial no santuário de Sheshan, perto de Xangai, o mais famoso da China.
Deste modo, diz o Pe. Lombardi, «na oração mariana, o horizonte se torna universal: Cristo moribundo confiou todos nós aos cuidados da Mãe».
«Os católicos chineses aspiram com perseverança a poder expressar em plena liberdade sua fé; o povo chinês sofre neste tempo a terrível tragédia do terremoto.»
«Olhamos para o país mais populoso do mundo com fraternidade e solidariedade, com o verdadeiro desejo de seu bem humano e espiritual.»«É justo ter esperança em relação serena entre a Santa Sé e a China, porque a Igreja pode ser verdadeiramente chinesa e verdadeiramente católica ao mesmo tempo – conclui. Os sinais positivos não faltam. Peçamos que a Mãe da China, da Ásia, da Igreja acompanhe e favoreça o caminho.»

20. Festa de Corpus Christi – Diocese de Divinópolis

No dia 22 de maio, a cidade de Divinópolis, com suas 13 paróquias, celebraram conjuntamente a festa de Corpus Christi, presidida pelo Bispo Diocesano Dom José Belvino do Nascimento.

Reuniu uma multidão diante da Catedral do Divino Espírito Santo, onde foi celebrada solene missa. A procissão que precedeu, caminhou pelo centro da cidade e a estumativa foi superior a 35 mil pessoas.

Coloco aqui essas fotos para ilustrar a alegria de nossa Igreja Particular e seguem dois links do site YouTube com vídeos do início da procissão que saiu da porta do Santuário de Santo Antônio.

Tentarei disponibilizar o texto com a homilia de Dom José na Praça da Catedral, em breve!

14. Ensaio sobre a Cegueira

O filme acaba de ser lançado no Festival de Cannes, baseado na obra do escritor português José Saramago – Ensaio sobre a Cegueira – onde para a telona tem o nome de “Blindness” – de Fernando Meirelles (Brasileiro), mas o filme é uma parceria de diversos países e que conta com muitos atores conhecidos. Nem é preciso dizer que recomenda-se a leitura do livro antes de se ver o filme. Estranho é fazer tal recomendação que poderia parecer óbvia em outras culturas, mas na brasileira, infelizmente, não tem-se o hábito de ler (não custa insistir!).

Tive a oportunidade de ler isso em 2002, e o fiz por três vezes seguidas. É uma leitura difícil, aterradora, em alguns momentos, diante do realismo em que cenas são descritas. E, nem é preciso dizer o quanto é brilhante – o que seria redundante; brilhante e genial vêem somados ao nome José Saramago.
Profundamente descritivo, de personagens sem nome ou mesmo histórias, conta-se de uma epidemia de “cegueira-branca”. Todos estão cegos, por todo o mundo, inesperadamente.

Diante disso, não é preciso também dizer do caos que instaura-se por toda parte. A humanidade perde-se daquilo que a faz humana.

Segue o trailer do filme. Como ainda não pesquisei, não sei quando será a estréia aqui no Brasil.

(Legendado em português – link do youtube)

8. E se não existirem mais árvores?

E se não existirem mais árvores?
Esse tal aquecimento global é bem culpa do homem mesmo, que não sabe conter-se em seus desejos, se pensa eterno e, com isso, todo o resto tem que lhe servir sempre – nada pode faltar ou falhar.

Poderíamos usar a devastação ambiental como uma ótima metáfora para os nossos relacionamentos humanos, que, por fim nos levam não apenas à falência de nossas convivências cotidianas, mas também à degradação do meio-ambiente. Pode parecer estranho assim, mas tudo está bem entremeado e tem bem a ver com uma única atitude: como usamos as pessoas e as coisas à nossa volta.
É chato falar de responsabilidades. Ainda habita em nosso íntimo um Peter Pan voador que não quer saber das suas obrigações, muito menos de como suas peraltices podem afetar o entorno. O que bem queremos mesmo é viver o capitalismo a ferro e fogo: maximizar nossos lucros e reduzir custos. Nada mais justo para quem está na guerra do mercado onde “só sobrevivem os mais fortes” – ou os mais competentes (soa em nossas cabeças uma voz em tom arrogante; previsível). Mas isso não nos isenta de olharmos à nossa volta e tentar, ao menos tentar, rever nossas atitudes, mesmo as menores.

Lendo a revista mensal “Caros Amigos” (Abril/08, pag. 12) no artigo de Mylton Severiano, somos levados a relembrar a história do povo que vivia na Ilha de Páscoa, no meio do Pacífico. Resumindo: eles derrubaram todas as árvores de sua pequena ilha e deixaram de existir como civilização. Como estavam no meio do nada, não tiveram a quem recorrer, nem pra onde correr. Sabe-se lá com que estavam preocupados que não repararam que, destruindo todas as árvores, seriam destruídos também.

Bom, mas, o que isso tem com responsabilidade, relação humana e meio-ambiente?
Existe uma velha palavra, já desgastada e bem escondida em nossas gavetas interiores: egoísmo, que para achar, com certeza está na gaveta intitulada “Individualismos”. Numa era de publicações de auto-ajuda, onde o “eu” é o deus mais poderoso do universo e “o outro” é o caminho por onde passo e não alguém com quem caminho, somos obrigados a reparar que agir assim só nos leva à degradação das “pequenas coisas” realmente importantes: família, amor, amizades verdadeiras e, até quem sabe, o mundo com suas árvores. Se não somos capazes de pensar no outro como companhia, significa que temos um mundo muito pequeno para viver de fato; menor que a Ilha de Páscoa e passamos a acreditar que todas as árvores estão a nosso serviço – ou seriam pessoas?
A humanidade é um organismo quase único, considerado assim pelos cientistas modernos, onde suas ações são responsabilidade de todos, como um único corpo. É preciso mobilizar toda a humanidade para ter mudanças significativas nas questões que afetam também a todos de forma igualmente significativa e até individual – além de coletiva, claro! Esse é o aquecimento global. Tem muito a ver com as árvores que ainda estão por aí, mas tem mais relação com nossa responsabilidade coletiva. Aí, ligamos uma coisa à outra: se não somos capazes de reconhecer o outro, como agir de forma coletiva? Quanta mudança pode ser promovida quando olhamos além de nosso “rei na barriga” ou nosso “umbigo-mundo”…

Já sabemos como seria o mundo se não existirem mais árvores: seria (ou será) como a Ilha de Páscoa, uma civilização inteira destruída, que foi incapaz de pensar no coletivo porque preferiu o individualismo radical do capitalismo-acumulação-de-riqueza e o eu-sem-o-outro. Viver sozinho deve ser bem triste; levar outros a viver assim, também é ruim. Mas ainda existem aqueles que enxergam sua responsabilidade cotidiana e, com ações simples, como preocupar-se com o outro, já fazem mudar o mundo, mesmo sem plantar árvores, só deixando as que tem.
E, para esse texto não ficar apenas no mundo das idéias, que tal pensar naquilo que podemos começar a fazer hoje, não só para salvar o planeta, mas para melhorarmos nossas relações humanas e tomarmos mais consciência daquilo que é também nossa responsabilidade!? Assim, ao aprendermos a nos relacionar melhor com o outro, entenderemos por quê não desperdiçar água ou abusar das sacolas plásticas, valorizar o trabalho do outro e andar mais à pé, dizer mais “bons-dias”. Tudo isso, por mais banal que pareça, tem como salvar a humanidade da extinção e garantir que as árvores continuem existindo.

5. A Raça é Humana.

Para o dia da Conciência Negra.

Encontrei na minha bíblia assim, certa vez:
“Qual a raça dígna de honra? A raça dos homens.
Qual a Raça dígna de desprezo? A raça dos homens.”

(Eclo 10,19a.20a)

E também:
“Tu criaste Adão e, como ajuda e apoio, criaste Eva,
sua mulher. E dos dois nasceu a raça Humana”

(Tb 8,6)

E aí encontrei esse video:
http://www.youtube.com/watch?v=fFIKUNUNavU

Vale a pena assistir!

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