7. Mt 2,1-12 – Vimos a sua estrela.

“de modo algúm és a menor”

Uma que não poderia ser chamada de menor, então, que seja a maior. E, diante de tantos sinais, ninguém percebia o que estava acontecendo naquelas terras tão curtas. Lemos assim em Mateus, que nos relata como os sinais devem ser percebidos e quais os caminhos devem ser seguidos. Mas o mais importante é o caminho.

Desta chamada Epifania, manifesta-se a nós aquele que nasceu pobre para ser Senhor – Deus de Deus. Numa simplicidade que só pode ser divina, nos braços de uma mãe menina, está deitado aquele que pode recostar-se em todo o canto do universo e não pode ser contido por nada – incriado, agora pequeno como a sua criatura: saudade!
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Com isto os vagantes reis-magos do orinte depararam-se, adoraram e deixaram presentes. Mas não eram mais os mesmos. Encontraram o caminho da estrela e, quando fizeram seu encontro de intimidade com o amor-recem-nascido, tomaram outro rumo.
Todos os outros que também experimetarem e passarem por aquele pobre, deixarão também algo para seguir o Caminho-Verdade-Vida, não mais os mesmos, agora mudados.
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